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Porta retrato artesanal

setembro 2, 2013

Porta retrato artesanal

Porta-retrato.

Caixas de acrílico, 15x15x5 cm, da ALM Acrílicos, R$ 7,50* cada.
Uma embalagem de bolinhas de gude, R$ 1,50*, e uma de seixos brancos, R$ 0,80*, na Ceagesp.
Fotografias, de preferência em preto-e-branco.

Coloque um pouco de pedras ou bolinhas no fundo de cada caixa. Elas firmarão as fotos. Cada embalagem, de uma ou de outra, dá para montar dois porta-retratos.

Acessórios para casa

agosto 25, 2013

Acessórios para sua casa

Até R$ 100.

Acessórios para deixar sua sala, cozinha, banheiro e quarto mais bonitos e equipados. E o melhor, sem estourar o orçamento.

1. Luminária, da Tok & Stok, R$ 11,00* (cúpula) e R$ 85,00* (base metálica).
2. Quadro, da Fastframe, R$ 49,00*.
3. Bola de rattan, da Espaço Til, R$41,53*
4. Vaso Cali, da Zona D, R$ 72,25*.
5. Bowls Salsa, da Zona D, R$ 52,26* o conjunto com quatro peças.
6. Almofadas de seda, da Cor do Sol, R$ 65,00* cada (sem o recheio).
7. Manta, da Artear, R$ 75,00*.
8. Louças, da Macau, R$ 6,80* (prato raso), R$ 4,50* (prato sobremesa) e R$ 3,00* (caneca).
9. Potes de vidro, da Raul’s, R$ 34,30* (grande) e R$ 24,40* (pequeno).
10. Queijeira de alumínio, da Hypolita, R$ 30,00*.
11. Relógio de parede Station, daArtMix, R$ 100,00*.
12. Bowls da Macau, R$ 7,00* cada.
13. Fruteira de fibra de bananeira, da Raul’s, R$ 100,00*.
14. Liqüidificador Magiclean Eletrônico, da Arno, R$ 85,00*, em média.
15. Água perfumada para passar roupa, da L’Occitane, R$ 29,60*.
16. Toalhas de lavabo, da LOccitane, R$ 19,80* cada.
17. Caixa Arquivo, da Arango, R$ 40,00*.
18. Porta-papel higiênico, da Benedixt Anexo, R$ 71,00*.
19. Caixas de madeira, da Tok & Stok, R$ 13,50* cada.
20. Toalhas de banho, R$ 23,90*, e rosto, R$ 10,50*, da Mundo do Enxoval.
21. Despertador, da Arango, R$ 100,00*.
22. Balde cromado, da LOccitane, R$ 15,00*

Estante de livros

agosto 4, 2013

Estante de livros

Estas hastes de metal fininho com mãozinhas de E.V.A. nas pontas são capazes de aparar livros na estante. Batizadas de Bye Bye, são flexíveis e ficam presas entre as prateleiras. A unidade é vendida por RS 69,00* na Egomania.

Decoração em garrafas de vidro

agosto 2, 2013

Decoração em garrafas de vidro

Imagine o que conteceria com garrafas de vidro vazias, derretidas numa temperatura de 850″ C. Movido por esta curiosidade, o ceramista Pauto vergueiro fez a experiência. Quando amolecidas, consegue moldá-las, adiciona pigmentos e cria objetos para a casa, sem descaracterizar a forma da garrafa. Os centros de mesa redondos custam a partir de RS 120,00*.

Oleos essenciais

julho 31, 2013

Oleos essenciais

Aromas.

A Natura acaba de lançar a linha Ekos Ambientes, composta por óleos essenciais para aromatizar a casa. São dois perfumes: cumaru, adocicado, e copaíba, amadeirado. O kit custa cerca de R$ 24,00* e vem com dez bolinhas de cerâmica, que devem ser colocadas num recipiente. Sobre elas, pingue gotas do óleo escolhido e pronto.

Peças decorativas

fevereiro 9, 2013

Utensílios coordenados.
A especialidade do Studio Cynthia Loeb é compor lindos conjuntos de peças que, além de úteis, se tornam graciosamente decorativos.
Para isso, a artista não economiza em criatividade, revestindo tudo com tecidos de decoração ou pintando à mão louças, vasos e cinzeiros.

Arte do diabo

dezembro 4, 2012

O DIABO EM TODOS OS SEUS ESTADOS.

Satanás, Lucifer, Mefistófeles, Príncipe das Trevas são as designações mais familiares do diabo. Que esconde esta personagem arcaica e singular conhecido internacionalmente? Suporte de imaginação artística, o seu retrato adquire mil facetas.
Etimologicamente, o diabo é aquele que divide e separa o mundo em dois, opondo-se a Deus. O nascimento deste dualismo, personificação do Mal contra um Deus representando o Bem, remonta aos tempos antes da nossa Era. Se os nossos mais remotos antepassados representavam já as forças maléficas nas paredes das cavernas, a noção de diabo único é o apanágio das religiões monoteístas, cristãs, muçulmanas (Islão), israelitas (Judaismo).
érald Messadié, especialista do diabo e autor de «UHistoire Générale du Diable» das edições Robert Laffont, encontramos vestígios pela primeira vez na Mesopotâmia e, mais precisamente, no Irão, no séc. VI a.C. As palavras do profeta e reformador Zaratustra designam uma estranha personagem, imaginada para lutar contra os ritos e os sacrifícios das religiões politeístas que ensaguentavam a Ásia do Sudoeste.
Padres e magos, discípulos de Zaratustra, numa vontade de unificação dos grupos humanos e das suas crenças, queriam tomar o poder. Assim «o diabo nasceu de uma religião única totalitária, reunificando as múltiplas crenças e ritos», avança Gérald Messadié. Satanás, invenção, tanto religiosa, como política torna-se então «funcionário do Estado». Os magos iranianos criaram-no. Os cristianismo instaurou-o como poder de hegemonia. A noção de falta e de pecado original, intimamente ligada ao diabo chega-nos de um país vizinho, o Iraque. O Mal encontra-se assim personificado pela primeira vez por uma deusa feminina. O Judaismo parece ter adoptado o sentido da falta e da penitência e mais tarde a identificação da mulher ao diabo aos mesopotâmios. Na Gênese, primeiro dos nossos livros ocidentais, escritos pelos Judeus chamados Hebreus, a célebre cena de Adão e Eva confronta-nos com o diabo sob a imagem de uma serpente. No Antigo Testamento e até ao séc. II não se encontra uma descrição do Inferno nem a visão antagônica do diabo. Nas Escrituras intertestamentárias e no Novo Testamento, o diabo torna-se inimigo de deus, o que é bizarro. Cada Escritura dá uma visão diferente. No mundo muçulmano e o Corão, Satanás («Shaitan» em árabe significa Diabo) dirige-se directamente a Adão, sem implicar Eva. O Inferno é simplesmente o lugar para onde vão os condenados depois da partilha efectuada por Allah entre bons e maus. Os extractos do Novo Testamento são, por isso, numerosos. Pode-se assim concluir que, segundo G. Messadié, «A interpretação de Satanás faz do Islamismo a religião irmã do Cristianismo».

O Cristianismo não se alimentou apenas das religiões da Antigüidade. Também transformou em diabos todos os celta, diabrete de ópera que faz de mau para os assustar os malfeitores torna-se também ele numa figura demoníaca. Quanto aos dragões chineses da religião taoista, satanizados pela Igreja Cristã, são apenas inofensivos lagartos que dão soberbos motivos decorativos.

A BELEZA DO DIABO.
Durante os primeiros dez séculos do Cristianismo, não houve uma doutrina coerente do diabo. A diversidade das suas representações revelava então um mito em constante evolução. Cada uma das suas incarnações mostrava então as obsessões e os medos da época. A partir do século IV, o diabo encontra-se por todo o lado, esculpido no pórtico das catedrais e nos púlpitos das igrejas. O Cristianismo primitivo, assediado pelo tema do sexo, empresta-lhe o físico do deus Pan, meio-bode, meio-homem. As ninfas, na mitologia grrega, deusas das florestas, e outras ninfas helénicas são transformadas pelos pais da Igreja em demônios malfeitores, masculinos e femininos dominados pela sexualidade. Cauda opulenta, parte de trás de bode, tronco de homem e olho lascivo, eis o diabo com mão leve. No séc. XII, os monges artistas conceberam um Satanás disforme, de corpo magro, cabelos eriçados e asas com picos, saído das suas alucinações. «A Idade Média e o estilo gótico banhando na fantasmagoria produziram as visões mais sórdidas do Vilão», afirma Roland Villeneuve no seu Dicionário do Diabo. A partir do séc. XIV, as criaturas com um misto de homem e de serpente dominaram. O final do séc. XVI marcou o apogeu e o declínio da arte do diabo. Pecando por excesso, Satanás tornou-se ridículo. Tornou-se então num efebo da Antigüidade. Para o lixo, os picos, os cornos, as garras. Por fim, e após ter sido um monstro e um ser zoomórfico, Satanás tornou-se um homem.

BANHO SATÂNICO.
A sua aparência varia segundo os costumes e a história, mas conserva algumas constantes. A sua cor vermelha ou verde, os cornos, eis detalhes que permitem identificar este camaleão inatingível, convertido à arte da metamorfose. Na Idade Média, o diabo possuía até um fato que lhe era próprio – com riscas horizontais, motivo este que tem vestido os marginais da sociedade, banhistas, jograis, prostitutas e, mesmo, crianças. No séc. XIX, este motivo, sinônimo de festa e jogo, é utilizado no circo e na altura do Carnaval. E, quando os primeiros banhos de mar desafiam a moral e desnudam o corpo, o fato de banho de riscas impõe-se. Uma forma diferente de diferenciar aqueles gostam de ousar.

SATANÁS, PSIQUE ANTES DO TEMPO.
Representar esta besta horrenda, cornuda, peludaefedorenta não deixou de ter utilidade. No séc. VI, as pinturas e ornamentos serviam para assustar os iletrados, devotos da Igreja. Os crentes expiavam assim os seus pecados. O medo da morte e o castigo eterno. Exercendo um papel benéfico sobre o inconsciente colectivo, exorcisando os desejos e os recalcamentos ligados à condição humana. Satanás «psicanalisa» as multidões. Mas, da noção do Mal nasceu a angústia existencial do futuro. O medo é uma emoção primária que fascina o ser humano. Os nossos antepassados contemplavam as imagens diabólicas como hoje nós vemos filmes de terror. Durante quinze séculos, a loucura no Ocidente será tratada como uma manifestação de Satanás. A Inquisição que puniu desde o séc. XV até ao séc. XVII criava suspeitas facilmente.
Já no Novo testamento doenças incuráveis e fealdade eram o símbolo do Malvado. Desde o séc. IV que a anormalidade era de sua autoria. Superstição popular, simples invejas de vizinhos, doenças desconhecidas e muitas vezes de ordem mental, modos de vida diferentes, tudo servia de pretexto para diabolizar outrem.
A partir do século das Luzes, o diabo tornou-se mais do que uma superstição. Os progressos da medicina banalizaram-no. O célebre Marquês de Sade criou então a moda do culto de Satanás no domínio sexual. No séc. XIX, o Malvado retrocedeu, graças à imaginação romântica dos artistas. Os ingleses inventaram o romance gótico, povoado de castelos habitados por condenados. Em 1818, nasceu a personagem de Frankenstein sob a pluma da escritora Mary Shelley. Na Alemanha, a personagem de Fausto inflamou a imaginação de Goethe que a tornou em peça de teatro em 1832 e de Berlioz que escreveu uma ópera, A Condenação de Fausto, alguns anos mais tarde. Em 1897, Drácula, de Bram Stocker, e os escritos de Edgar Poe nos EUA fazem tremer as multidões. O satanismo está na moda. E a publicidade apodera-se disso.

DIABO DE PUB.
Em França, uma lei de 1904 decreta a separação da Igreja do Estado. Satanás invade o cinema e a publicidade. Gentleman sedutor, amigo das festas e da luxúria, ele apresenta-nos as últimas inovações técnicas e estéticas. O seu sorriso comercial serve de tentação. Os seus subentendidos eróticos convida ao prazer da compra. O homem de pés bifurcados exibe as virtudes benéficas e desinibidoras dos vinhos de Bordeaux, Champagnes Roger Desivry, aperitivos como o Pernod, digestivos como o Cognac Gélas. Ele realça as novas qualidades dos fogões Faunus, a eficácia de um carvão, as vantagens de um medicamento. Ele louva a plástica atraente do soutien Méphisto (presumível antepassado do Wonderbra), ou a alegria de possuir uma bicicleta Lucifer. Desafiando tudo o que é proibido, Satanás está associado aos pequenos pecados.
Este Epicuro moderno, aproveitando as coisas boas da vida, introduz a noção de dinheiro. Segundo os ilustradores, a sua silhueta estilizada impõe-se nos anúncios com as suas vestes em vermelho, verde ou negro. Decididamente, este demônio doméstico jamais deixou de nos impelir para o inferno do consumo.

Grafismo arte

novembro 30, 2012

GRAFISMO A FORÇA DO TRAÇO.

Pinturas em cavernas pré-históricas, barras gregas, arabescos, vo-lutas barrocas, caracteres incas e astecas, traços art-déco, metrô de Nova Iorque. Na trajetória da humanidade, o grafismo sempre esteve presente, em todas as épocas, em todas as correntes artísticas, no cotidiano.
São triângulos, raios, formas angulosas, linhas quebradas, risqui-nhos, bolas, quadrados, manchas, figuras consagradas de forma estilizada e até pequenas pinceladas. Tudo isso é grafismo. Tudo o que for criativo. Tudo o que expressar sentimento, idéia. Enfim, a linguagem da imaginação.
Superando os estilos, os grafis-mos são retomados com maior ou menor intensidade em cada período, como técnica de traçar sinais e símbolos que criam sensações óticas, dinamizam o ambiente ou simplesmente ornamentam o espaço.

Desde o início dos tempos, o homem procurou traduzir suas idéias através de grafismos, que eram empregados como um recurso para expressar emoções e registrar nossa história.
Sua utilização, através dos tempos, continua sendo a mesma até os dias de hoje, ou seja, o grafismo ainda é um meio pelo qual comunicamos nossos pensamentos e transmitimos sensações — como faziam os pintores impressionistas do século XIX, que usavam o pontilhis-mo e as pinceladas rápidas para criar um jogo emocional de luz e sombra.
Em nossa época, vivemos o auge da concepção grafista, que come-. çou a ganhar notoriedade com a expansão da art-déco, quando teve início a geometrização das formas, com a criação de desenhos em perspectiva.
Nos anos 60, o movimento da Op-tical-Art, abreviada para Op-Art, incorporou traços gráficos às obras artísticas, e logo a indústria absorveu a idéia, introduzindo os grafismos contemporâneos em objetos de consumo.

Hoje, esses traços aparecem nos mais variados ambientes e nas mais diversificadas manifestações culturais. Móveis, pisos, paredes, designs, enfim, o grafismo já está integrado à arquitetura e à decoração de nossos dias. Até mesmo na moda de banho, mesa e cama, substituindo os antigos bordados e monogramas dos enxovais por linhas menos comportadas e mais arrojadas, entrando na intimidade das pessoas.
Cada vez mais, o grafismo é incorporado ao dia-a-dia das pessoas e tem na indústria têxtil uma poderosa aliada, produzindo tecidos a serem aplicados nos mais diferentes locais: estofados, cortinas, almofa-das e edredons.
Muitos vêem os recursos grafistas como um abstracionismo geométrico com formas muito dinâmicas; outros como o símbolo da liberdade e do despreendimento. Uma arte que cria ambientes alegres, românticos, harmoniosos. Para outros ainda, é um movimento totalmente descomprometido de qualquer estilo e, principalmente, desvinculado de preconceitos, já que ele atinge e agrada a todos os tipos de gostos e se enquadra em várias tendências.
Sua ascensão está diretamente ligada à vida moderna, à ânsia pela fuga dos padrões convencionais e à eterna busca do novo.
Um traçado limpo, sem detalhes, uma combinação de formas e cores com um resultado claro. Mesmo que a cor utilizada seja o preto e as linhas sempre retas. Aliás, o forte do grafismo está no uso e na harmonia proporcionada pelo jogo do preto e branco, cores aparentemente frias, mas capazes de preencher o vazio de um ambiente. Essa é mais uma característica do grafismo: o mínimo de elementos com o máximo de sensações. É exatamente dentro deste conceito que vemos muitos ambientes praticamente vazios ganharem destaque com a simples colocação de uma cadeira, como as criadas dentro da concepção grafista por designers consagrados: de Chippendale a Frank Lloyd Wright, passando por Mackintosh e Mies van der Rohe.

Para que você identifique com facilidade o grafismo, basta olhar para a sua roupa, o desenho da calçada em que pisa, os muros e out-doors feitos em pontilhismo, os prédios de sua cidade, desenhos por computador, enfim, sua própria casa. Tudo isso é grafismo…